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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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Poetry began as a spoken art and remains one to this day, but readers tend to view the poem on the page as an impenetrable artifact. This book examines the performance of poetry to show how far beyond the page it can travel. Exploring a range of performances from early twentieth-century recitations to twenty-first-century film, CDs, and Internet renditions, Beyond the Page offers analytic tools to chart poetry beyond printed texts.Jill S. Kuhnheim, looking at poetry and performance in Spanish America over time, has organized the book to begin with the early twentieth century and arrive at the present day. She includes noteworthy poets and artists such as José Martí, Luis Palés Matos, Eusebia Cosme, Nicomedes Santa Cruz, Pablo Neruda, César Vallejo, and Nicolás Guillén, as well as very recent artists whose performance work is not as well known. Offering fresh historical material and analysis, the author illuminates the relationship between popular and elite cultural activity in Spanish America and reshapes our awareness of the cultural work poetry has done in the past and may do in the future, particularly given the wide array of technological possibilities. The author takes a broad view of American cultural production and creates a dialogue with events and criticism from the United States as well as from Spanish American traditions.Oral and written elements in poetry are complementary, says Kuhnheim, not in opposition, and they may reach different audiences. As poetry enjoys a revival with modern media, performance is part of the new platform it spans, widening the kind of audience and expanding potential meanings. Beyond the Page will appeal to readers with an interest in poetry and performance, and in how poetry circulates beyond the page. With an international perspective and dynamic synthesis, the book offers an innovative methodology and theoretical model for humanists beyond the immediate field, reaching out to readers interested in the intersection between poetry and identity or the juncture of popular-elite and oral-written cultures.
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Prólogo Capítulo I: Testimoniar en oxímoron (El caso César Vallejo) Capítulo II: Testimoniar sin lengua (El caso Alejandra Pizarnik) Capítulo III: Testimoniar sin metáfora (Los casos Washington Cucurto, Martín Gambarotta, Roberta Iannamico). *** Testimoniar en oxímoron, testimoniar sin lengua, testimoniar sin metáfora. Con estas tres fórmulas, Tamara Kamenszain bordea lo dicho por la poesía en los casos César Vallejo, Alejandra Pizarnik, Washington Cucurto, Martín Gambarotta y Roberta Iannamico. El testimonio no es prueba de la realidad sino en todo caso una muestra de vida. La poesía como testimonio mantiene viva la posibilidad de decir. Poniendo los saberes en falta, la poesía dice, da cuenta de la realidad, pero sin que esto signifique apelar a los realismos. En la imposibilidad indecible de todo testimonio, allí la poesía encuentra su boca. En este marco, los ensayos de Kamenszain registran una nueva lectura, tejen otros textos: el Vallejo de España, aparta de mí este cáliz pone en fecha los hechos, recibe en el propio aliento la boca del otro, mata la muerte. Y así como Vallejo deja entrar lo que de vida hay en la muerte, Pizarnik tramita lo que de muerte hay en la vida, en el punto de cese de la lengua que habla en sus últimos libros. Intentando despegar la escritura poética de su herramienta retórica por excelencia, la metáfora, los nuevos poetas buscan pinchar el efecto de show de la realidad. El realismo atolondrado en Cucurto, la búsqueda de lo real en Gambarotta, y el uso en Iannamico son modos de poner al poema en circulación, justo antes de que la ‘literatura’ se extinga. Precisa, lúcida y emotiva, la mirada de Kamenszain renueva las lecturas de dos grandes poetas de la poesía latinoamericana y descubre modos posibles de leer a las nuevas generaciones de la poesía argentina.
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Tipo de recurso
- Artigo em Revista Científica (2)
- Livro (3)
Ano de publicação
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Entre 2000 e 2026
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Entre 2000 e 2009
(2)
- 2007 (2)
- Entre 2010 e 2019 (3)
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Entre 2000 e 2009
(2)