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Relações Interartísticas

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  • This article focuses on the possibilities of using the audio walk as a method for artistic research. First, the decisive characteristics of the format will be outlined, followed by a detailed description of an example case: my artistic research project that focuses on the subject of female migration. Several elements of the audio walk were used in a series of exercises with a group of recently migrated women, with the intention of investigating how the perception of the city is determined by their specific experience. This example case will be used as a means of pointing out several possibilities and opening up a space to think of the audio walk as a way of presenting a work but also as a way of generating knowledge as well.

  • ARTE Creative auf Spurensuche in Dismaland! Mit Dismaland hat Banksy den trostlosesten Vergnügungspark der Welt geschaffen. Eine dokumentarische Rückschau. http://creative.arte.tv/de/dismaland-... Mehr Infos unter: http://creative.arte.tv/de fb.com/creative.arte twitter.com/ARTEcreative

  • Graffuturism ist mittlerweile ein bekannter Begriff in der weltweiten Graffiti und Street-Art-Szene. Die Gruppe um den US-amerikanischen Graffitikünstler POESIA wurde im Februar 2010 in San Francisco gegründet und definiert sich über abstrakte Malereien mit der Spraydose, Mural Art oder Installationen wie beispielsweise die von Clemens Behr. "We use the word group as we don’t wish to define Graffuturism as a movement as we are a part of it. I think if it is defined as a movement it should come from outside sources. We leave it to others to label the semantics of what we are doing“ (POESIA) Der Name Graffuturism steht für die Weiterentwicklung von Aerosol und Graffiti Art, weg von Stylewriting und klassischen Graffiti der 70er und 80er Jahre der USA. Diese Gruppe von Graffitikünstlern geht einen eigenen Weg und hat noch viel vor. Bisher wurde das GRAFFUTURISM Projekt nur selten kompakt und in allen Facetten vorgestellt. Bisher im Rahmen von einigen wenigen Gruppenausstellungen. Im April 2013 hat die OPEN SPACE Galerie Paris 21 Künstler aus der Gruppe eingeladen um neue Arbeiten vorzustellen. "Its a surreal feeling sometimes when so many great artists you follow from afar are all together in one room appreciating each others work in real time. This is the real power of the group and what has been built. Graffuturism is an international phenomenon, one that has no home base or country. Because of this, these exhibitions are important. They allow us to meet each other shake hands, have a beer, and paint together. Each time we meet someone new, artists get to collaborate at times on walls. Things organically take shape. Paris was no exception, a trip filled with more unforgettable memories and another step on the road to our future." Wir haben die Gruppe in Paris besucht, mit Gilbert, Pener und dem Gründer Poesia kurz sprechen können. Samantha von der OPEN SPACE Galerie Paris stellt GRAFFUTURISM in unserer neuen 5 MINUTES Episode einleitend vor. Eine interessante Sicht auf die Dinge und mal wieder viel zu wenig Zeit um dieses schöne Projekt umfassend vorzustellen. Daher empfehlen wir einen Besuch der Website graffuturism.com. Dort finden sich Informationen und Bildmaterial zu allen Künstlern der Gruppe soowie aktuelle Informationen zu laufenden Projekten und Ausstellungen! Le Graffuturism est un mouvement protéiforme qui marque la transition vers un nouveau type d’art. Tout en faisant partie intégrante du graffiti, le Graffuturism évolue vers des œuvres plus abstraites et plus contemporaines : c’est la révolution du graffiti. Le Graffuturism est devenu une notion connue dans le milieu du graffiti et de la scène Street Art internationale. Le terme a été inventé par l'artiste Poesia, en février 2010 à San Francisco afin de définir le travail d'un groupement d'artistes s'étant émancipé du graffiti traditionnel- lettrage, personnage. Le Graffuturism se caractérise par des formes abstraites, géométriques ou figuratives faites à l’aérosol, en peintures murales, ou dans des installations comme celles de Clemens Behr. Pour la première fois, les différentes facettes du mouvement sont présentées dans une exposition collective, à travers la mise en lumière de 20 artistes français et internationaux, à la galerie Openspace à Paris.

  • En fechas recientes descubrí términos útiles para la investigación que realizo: la literatura transatlántica, utilizada en los estudios iberoamericanos, y la ecología de la literatura, usada en estudios de literatura comparada. El primer término se refiere a las afinidades y choques continuos que tienen autores capaces de navegar en varias lenguas y culturas, tal es el caso de Jorge Eduardo Eielson. De origen peruano, Eielson vivió gran parte de su vida en Europa, concretamente en Francia e Italia, aunque visitaba Perú más o menos regularmente y viajó brevemente a Estados Unidos. Todo lo anterior resulta útil si se piensa que los poemas y las instalaciones emblemáticas de Eielson encierran la fusión de culturas marginales: los quipus (nudos en quechua) rinden homenaje a las culturas precolombinas oriundas del Perú, pero también son consecuencia de una marcada influencia oriental, particularmente de las lecciones taoístas y algunas referencias anticonceptuales del budismo zen. Sorprende aún más saber que las lecciones de Oriente parecen haber llegado vía Estados Unidos, gracias a la New York School.

  • Para começar a falar de “contaminações”, vou relatar uma viagem e uma performance que realizei. No dia 22 de junho de 2007, contrariando todos os conselhos de amigos, médicos e parentes, peguei um avião de Paris para Kiev, na Ucrânia, e de lá parti de carro, com um guia e mais duas pessoas, para Pripyat, a cidade fantasma onde houve em 1986 a famosa catástrofe de Chernobyl. Era uma viagem cheia de riscos, claro. Na cidade, a mais afetada pelo acidente, não se pode morar, não se pode comer, não se pode ficar muito tempo. Ali estávamos expostos a uma média de 130 microroentgens por hora de radiação gama, proveniente do césio que paira no local. Isso nos permitiria ficar, no máximo, duas horas. Ficamos quase seis. Apesar de não ser uma cidade propria mente turística, a arquitetura uniforme, remanescente do antigo bloco comunista, os edifícios em ruínas e de arestas enferrujadas, os objetos contaminados, deixados pelos mora dores há vinte anos, as ruas invadidas pelo mato causavam um estranho fascínio. Em determinado momento, avisei que eu precisaria me afastar do grupo e, diante do Palácio da Cultura, bem no centro da cidade, realizei a primeira (e provavelmente única edição da) Conferência poético-radioativa de Pripyat. A conferência contava com abertura solene, leitura de poemas meus e de Paul Dehn “poeta que escreveu sobre e sob a era atômica” e com o “abandono” de alguns livros no lugar. Ali, na solidão daquela conferência de um homem só, a milhares de quilômetros de qualquer coisa familiar, circundado pelo silêncio do fim do mundo, eu fazia, ainda que sem saber, um hino às contaminações, além, claro, de me contaminar, tornando-me, provavelmente, o primeiro poeta radioativo do mundo. Sim, haviam me alertado do risco de desenvolver um câncer ou gerar um filho anormal. Mas pergunto: não faria isso também parte da performance?

Última atualização da base de dados: 06/07/26, 23:00 (UTC)