O cinema da poesia
Tipo de recurso
Autor ou contribuidor
- Martelo, Rosa Maria (Autor)
Título
O cinema da poesia
Resumo
Ao acentuar a visualidade e o visionarismo das imagens verbais, ou a sua tensão e rapidez, a poesia de tradição moderna apresenta-se muitas vezes como uma espécie de cinema, uma arte na qual o fluxo das imagens desempenha um papel determinante. «O cinema extrai da pintura a acção latente de deslocação, de percurso. Tome-se um poema: não há diferença», escreveu Herberto Helder. Como pensar esta similaridade, esta convergência? Em que consiste o cinematismo da poesia? Os autores estudados neste livro encaminham-nos para algumas respostas. […] Quando são tidos em conta os diálogos da poesia com o cinema, a presença temática do universo cinematográfico é normalmente destacada, pelo que ganham especial relevância os poemas dedicados a filmes, realizadores e actores, ou os poemas que funcionam por processos ecfrásticos e por transposição narrativa. […] Há um outro tipo de relação entre a poesia e o cinema que diz respeito às cumplicidades entre duas artes que partilham uma extensa e multímoda reflexão sobre os processos de fazer imagem. Herberto Helder, Carlos de Oliveira, Luiza Neto Jorge, Al Berto, Luís Miguel Nava, Fernando Guerreiro ou Manuel Gusmão desenvolvem formas de intermedialidade situáveis nesse plano, que este livro procura apreender.
Edição
1a. ed
Data
2012
Editora
Documenta
Local
Lisboa
N.º de Páginas
261
ISBN
978-989-8618-19-1
Língua
por
Catálogo de Biblioteca
Open WorldCat
Extra
OCLC: 846480295
Ligação
Notas
Citação
MARTELO, Rosa Maria, 2012. O cinema da poesia. 1a. ed. Lisboa: Documenta. ISBN 978-989-8618-19-1.
Enfoque
Espaço Geocultural
Período
Relações Interartísticas
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